#31M: POVO LOTA RUAS CONTRA GOLPISMOS E ATAQUES AOS DIREITOS TRABALHISTAS

#31M: POVO LOTA RUAS CONTRA GOLPISMOS E ATAQUES AOS DIREITOS TRABALHISTAS

 

As Centrais Sindicais e as Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e de Esquerda Socialista, unificadas na luta, mais uma vez, deram uma demonstração de que o povo do Rio de Janeiro não esmorece na luta contra a retirada de direitos e contra os golpistas de ontem e de hoje.

Milhares de trabalhadores e trabalhadoras lotaram as ruas do Centro d Cidade para protestar contra o desgoverno de Pezão e Dornelles no Rio de Janeiro, contra as terceirizações, contra as reformas da Previdência e Trabalhista e, exigiram a saída imediata do Presidente Golpista Michel Temer e a convocação de novas eleições.

O dirigente da CTB, José Carlos Madureira, lembrou que o ato desse dia 31 de Março é contra os golpistas de ontem e de hoje que, em comum, atacam os trabalhadores brasileiros:

“Todos os atos que estão acontecendo hoje, 31 de março, são importantes para denunciar para a sociedade que a prática golpista não pode vencer. É preciso denunciar o golpe de 1964 e o golpe que aconteceu no Brasil recentemente. Precisamos denunciar os golpistas de ontem e de hoje, que querem retirar direitos, conquistas sociais e restringir a democracia.”

O Secretário de Comunicação e Imprensa da CTB-RJ, Paulo Sérgio Farias, exaltou a unidade e capacidade de mobilização do povo trabalhador do Rio de Janeiro e convocou unidade pela Greve Geral em 28 de abril:

“Hoje os trabalhadores e as trabalhadoras, a juventude, homens e mulheres deram mais uma demonstração nas ruas do Rio de que o governo golpista de Temer terá muitas dificuldades para implementar sua agenda reacionária e contrária aos interesses da classe trabalhadora do país. Mais de 60 mil pessoas marcharam na Rio Branco, palco de tantas lutas pra dizer alto e bom som “fora Temer” e nenhum direito a menos. Dia 28 vai ser maior ainda. A CTB e as demais centrais sindicais construirão um grande dia de luta e parar o país de norte a sul. Rumo a greve geral.”

O protesto se concentrou desde as 16 horas na Candelária e percorreu, de forma pacífica e sem incidentes até a praça da Cinelândia, lotando o palco histórico de manifestações democráticas em uma grande unidade de trabalhadores, estudantes e outros movimentos contra os retrocessos em curso no País.

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