CORREIOS: TRABALHADORES DECRETAM ESTADO DE GREVE

CORREIOS: TRABALHADORES DECRETAM ESTADO DE GREVE

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (15), os trabalhadores dos Correios de diversas unidades do estado do Rio de Janeiro decretaram estado de greve. As principais reivindicações são contra a proposta de cobrança de mensalidade do plano de saúde da categoria e melhores condições de trabalho.

Diretor jurídico do SINTECT-RJ, Marcos Sant’aguida, falou sobre a situação precária das unidades e do cotidiano dos ecetistas.

“Em todas as regiões os trabalhadores sofrem com a sobrecarga de trabalho, por conta do deficit de funcionários da empresa. A direção dos Correios nada faz. Nas questões estruturais, alguns locais apresentam condições insalubres de trabalho, conforme foi verificado pelo Ministério Público do Trabalho em visita aos locais. Tudo isso, com o acesso aos serviços de saúde comprometidos, coloca em risco a vida do trabalhador”, afirmou

Secretário geral do SINTECT-RJ, Ronaldo Martins, comentou o estado de greve:

“Estamos enfrentando uma série ameaça contra a categoria. Cobrar dos trabalhadores a mensalidade do Postal Saúde é uma arbitrariedade que compromete a vida dos ecetistas e suas famílias. Se não houver diálogo e garantia de direitos, nós vamos lutar e tomar todas as medidas necessárias para respaldar os trabalhadores”.

Martins afirmou ainda que, não está descartada a possibilidade de uma mobilização nacional e se necessário, de uma greve para garantir o direito dos trabalhadores.

Durante a assembleia, o secretário geral  do SINTSAMA e Secretário de Comunicação e Imprensa da CTB-RJ, Paulo Farias, falou em nome dos trabalhadores da CEDAE reafirmando a posição  contra a privatização da empresa, em defesa do patrimônio público. Pauta unânime entre todos os trabalhadores presentes, a luta contra a privatização da CEDAE recebeu o apoio dos ecetistas.

O projeto de privatizar as empresas públicas e uma luta de toda população”, salientou o dirigente cetebista.

O Presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite, defendeu a necessidade de mobilização e unidade.

“O que estamos enfrentando e uma ofensiva do governo golpista contra a classe trabalhadora . Mais do que nunca, precisamos unir forças e lutar. Se necessário, faremos uma greve geral para garantir as conquistas trabalhistas”, afirmou

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