CTB-RJ PARTICIPA DE ATO COM LULA NA ZONA OESTE

CTB-RJ PARTICIPA DE ATO COM LULA NA ZONA OESTE

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Rio de Janeiro participou, na noite desta segunda-feira (26), de um grande ato político com o ex-Presidente Lula que reuniu milhares de trabalhadores e trabalhadores no Largo de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O ato, mais uma agenda da luta contra o Golpe, foi realizado num dos mais populares bairros do Rio de Janeiro e mostrou a força do povo trabalhador na luta em defesa da democracia. Diante do largo completamente lotado, Lula fez duras críticas ao PMDB de Sérgio Cabral e Eduardo Paes, lembrando da traição destes ao Governo Federal após todo apoio e investimento feito pelos Governos Lula e Dilma no Rio de Janeiro. Outro que não foi poupado das críticas do ex-presidente foi o Bispo Marcelo Crivela. Nas palavras de Lula:

– O Crivella é um cristão. E como cristão, não poderia trair. Crivella foi ministro da Dilma. Escolhido por ela, pessoalmente. Um pastor, de uma igreja importante no País. Um homem que crê em Deus. Na primeira vez que a Dilma precisou dele, ele se recusou a ser honesto com a Dilma e votou pela cassação de uma mulher honesta.

O ex-Presidente também fez duras críticas ao momento político vivido no País e lembrou exemplos da história com o de Tiradentes que “lutou por independência, lhe mataram a carne, mas não conseguiram matar as ideias”. As conquistas dos anos de governo Lula e Dilma também marcaram a fala do ex-Presidente:

– Eu tenho orgulho de ser o primeiro presidente da república sem um diploma universitário e ser o presidente que mais fez universidades na história desse País. Eu tenho orgulho de ter feito o Bolsa Família, que eles chamam de esmola.

Indignado, Lula criticou duramente os excessos da operação Lava Jato e encerrou sua fala com contundência:

– Sou um cidadão indignado porque não posso aceitar as ofensas de um procurador que me acusa de montar uma quadrilha. Eu montei uma quadrilha sim, uma quadrilha que tirou 36 milhões da miséria, que gerou 22 milhões de empregos e que fez o filho da dona de casa virar médico e advogado.

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