EM ATO, MILHARES ABRAÇAM A UERJ

EM ATO, MILHARES ABRAÇAM A UERJ

A sociedade fluminense se uniu em defesa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Diversos segmentos reuniram-se em manifestação para dar um “abraço coletivo” na faculdade, contra o abandono e a crise que a instituição enfrenta.

O ato desta quinta-feira foi organizado pelos professores da instituição e recebeu o apoio de diversos outros segmentos dos movimentos sociais que exigem a recomposição orçamentária, o pagamento dos salários dos servidores e bolsas estudantis e a não-privatização da Universidade.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) participou do “abraço coletivo”. Ela afirmou que a UERJ é “um diamante do Rio de Janeiro”.

“Não consigo aceitar que uma universidade de referência como a UERJ, que instituiu as primeiras cotas no Brasil, possa ser tratada como algo secundário.” – disse a deputada.

O Secretário de Finanças da CTB-RJ, Mário Porto, também esteve presente, assim como diversas lideranças cetebistas, e defendeu a Universidade ao mesmo tempo que fez duras críticas ao governo do Estado:

“Esse é um abraço simbólico para reerguer essa instituição que tá sendo degradada pelo governo do Estado. Sem salários, sem recursos suficientes para manter seu dia a dia dessa universidade que é das mais importantes nesse país.”

O dirigente do Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio) e da CTB, Márcio Franco, também falou em defesa da UERJ e taxou de criminosa a política do Governo Pezão para a educação pública:

“Estamos aqui num abraço à UERJ. São milhares de pessoas entre estudantes, funcionários, ex-alunos e entidades científicas, sindicais e dos movimentos sociais todos na defesa dessa instituição que é das maiores instituições educacionais do Brasil, que vem, através de uma política criminosa do governo do Estado do Rio de Janeiro vem sendo degradada, junto com os trabalhadores que tem seus salários parcelados, atrasados, não receberam salário de dezembro, não receberam décimo-terceiro. Faltam recursos básicos para o funcionamento da instituição no que é um grande crime contra a educação brasileira.”

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