#GREVEGERAL: TRABALHADORES DOS CORREIOS APROVAM GREVE NO RIO DE JANEIRO

#GREVEGERAL: TRABALHADORES DOS CORREIOS APROVAM GREVE NO RIO DE JANEIRO

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (26), os trabalhadores de diversas unidades dos Correios aprovaram a greve a partir das 22h de hoje. A paralisação das atividades é por tempo indeterminado. As reivindicações são contra a ameaça de privatização, fechamento de agências, falta de segurança, contra as reformas Trabalhista e Previdenciária. Segundo o presidente do SINTECT-RJ, Ronaldo Martins, a greve é a única forma de pressionar a direção dos Correios e o governo:

“Nós estamos vivendo grandes ataques. A empresa ameaça retirar direitos históricos da categoria, o governo quer privatizar a ECT e impor reformas que escravizam os trabalhadores. Nós vamos nos unir com todas as outras categorias e movimentos sociais contra essas arbitrariedades e mostrar a força da classe trabalhadora. Vai ter luta, vai ter greve”, afirmou.

A greve dos trabalhadores dos Correios é nacional. Trabalhadores de todos os estados do Brasil realizaram assembleia no dia de hoje, com o objetivo de formar uma grande corrente de resistência contra os ataques aos trabalhadores. “Nós vamos parar em todo país. Vamos mostrar que os pilares dessa empresa são os trabalhadores e nenhum projeto neoliberal vai conseguir retirar nossos direitos, sucatear a empresa nem privatizar o patrimônio público”, ressaltou Martins.

Outra reivindicação da categoria é a abertura das contas da empresa, conforme explica o diretor jurídico do SINTECT-RJ, Marcos Sant’aguida:

“A direção dos Correios afirma que o motivo das ameaças de demissão, fechamento de agências, entre outras medidas de corte de despesas, é o fato da empresa estar no vermelho. Porém, não abre as contas, não age com transparência. Sendo uma empresa pública, nós temos o direito de acessar esses dados. Queremos saber para onde está indo o capital do povo”.

A assembleia também mobilizou os trabalhadores para a GREVE UNIFICADA nacional que será realizada na próxima sexta-feira (28), promovida pelas centrais sindicais e diversos movimentos sociais, contra as reformas Trabalhista e Previdenciária.

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