KATIA BRANCO REPUDIA REVISTA VEJA E LOJAS MARISA

KATIA BRANCO REPUDIA REVISTA VEJA E LOJAS MARISA

Na semana das mães, o principal debate do país não foi a questão da dupla (às vezes tripla, quadruplá) jornada da mulher trabalhadora que constrói esse país e sustenta milhares de família com seu trabalho. O debate que tomou a capa dos jornais e revistas de todo país foi a audiência que colocou frente a frente o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e o juiz Sérgio Moro. Um debate onde ficou mais do que evidente que não exitem provas contra o ex-presidente e que revelou a face maligna de duas grandes marcas do País: a revista Veja, já famosa pelas suas difamações, e a Loja Marisa, já condenada por trabalho escravo em suas fábricas.

A campanha difamatória da Revista Veja contra o ex-presidente Lula alcançou um novo patamar de desrespeito com a capa “morte dupla” da sua última edição. Nela, a revista acusa o ex-presidente de colocar a “culpa” de suas acusações em sua falecida esposa, Dona Marisa Letícia. A revista repete a mesma prática que usou para eleger Collor, na eleição de 1989, quando usou, da maneira mais antiética possível, ataques de baixo nível à família da ex-mulher de Lula, num dos mais abjetos capítulos da história da nossa imprensa e que teve papel importante para a derrota das forças progressistas naquele processo eleitoral..

As Lojas Marisa, foram além, buscaram o lucro mexendo com uma memória tão íntima de maneira tão grosseira. Usaram da mesma acusação para atacar a honra do ex-presidente e ainda ganhar dinheiro em cima disso. Uma hipocrisia sem tamanho vindo de uma empresa que não pode se arvorar da moralidade. Uma empresa cujos donos já foram  acusados diversas vezes pelo uso de trabalho escravo na confecção de suas roupas. Uma empresa onde, em suas terceirizadas, fiscais do trabalho de São Paulo flagraram dezenas de imigrantes trabalhando em condições degradantes, na nefasta prática do trabalho escravo. Uma empresa que até hoje não deu uma explicação convincente para seus crimes contra trabalhadores e trabalhadoras que trabalhavam em condição indigna na produção de suas roupas.

“Nem Veja, nem as Lojas Marisa possuem qualquer nível de autoridade moral para fazer ataques ao ex-presidente Lula. A primeira é vista como folhetim no exterior em virtude das grosseiras manipulações e do discurso de ódio que promove em suas página. A segunda até hoje não apresentou uma versão convincente para as gravíssimas denúncias de trabalho escravo em suas fileiras. Uma grande rede de loja que explora trabalho escravo e uma representante da mídia que apoiou o golpe são inimigas da classe trabalhadora e das mulheres trabalhadoras e seus ataques à memória da companheira Marisa Letícia, um ultraje que nos gera profundo repúdio e repulsa”. – afirmou a Secretária da Mulher Trabalhadora da CTB-RJ.

A secretária cetebista aproveita para desmentir a versão da imprensa de que Lula teria acusado sua falecida esposa e deixa claro que esse é mais um engodo dos barões da mídia para tentar enganar as mulheres trabalhadoras do Brasil.

“A revista Veja e a Loja Marisa tentam usar de um argumento que sensibilizaria cada mulher para tentar criar uma mancha na biografia do ex-presidente Lula no momento em que ele aparece liderando todas as pesquisas. É o velho jogo das classes dominantes de tentar impedir que as forças progressistas e democráticas possam chegar ao poder. Usam da mentira para confundir os trabalhadores. É mentira que  Lula culpou a sua falecida esposa no caso do Triplex. O ex-presidente apenas afirmou que a visita de Dona Marisa num apartamento que eles não compraram não é prova e que não acompanhava todos os passos de sua esposa. Não há nenhuma acusação nisso.” – disse Kátia Branco.

A dirigente da CTB finaliza lembrando que a hipocrisia desses segmentos não tem lmites e que quem acabou por expor a vida da ex-primeira dama, Marisa Letícia, com acusações com muitas convicções e sem provas e que atacavam a moral dela e de sua família foram os próprios segmentos que hoje tentam acusar Lula de ter feito acusações que não fez.

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