MOVIMENTOS SOCIAIS TOMAM AS RUAS PELAS REFORMAS POLÍTICA E DAS COMUNICAÇÕES

MOVIMENTOS SOCIAIS TOMAM AS RUAS PELAS REFORMAS POLÍTICA E DAS COMUNICAÇÕES

Nesta segunda-feira, 8 de dezembro, foi realizada no Rio de Janeiro uma importante mobilização popular dos movimentos sociais, sindical, estudantil, e de partidos progressistas, em defesa da Reforma Política democrática, da Democratização dos Meios de Comunicação, e contra o golpismo da direita.

Neste momento pós-eleitoral, de grande tensão política no país, os setores progressistas foram às ruas no centro da capital fluminense para clamar por mais direitos e por mais democracia, e para dialogar com a população sobre a grande importância das reformas estruturais no Brasil, sobretudo, no âmbito da política (que continua refém do poder econômico) e da mídia (que é extremamente anti-democrática e oligopolizada por pouquíssimas famílias da classe dominante). O Presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite, valorizou a atividade falando que:

– O ato de hoje representa a gente colocar cada vez mais na pauta a defesa de uma reforma política democrática e da democratização da mídia. È essencial que tomemos as ruas para que essas reformas saiam do papel e se tornem realidade uma vez que existe um grande interesse da sociedade em mudar essas realidades, mas existem poderosos interesses em manter tudo como está. Será somente com muita mobilização que conseguiremos avançar nessas bandeiras.

A concentração do ato aconteceu nos Arcos da Lapa, onde os manifestantes – com muita disposição – se reuniram com bandeiras, faixas e cartazes. Em seguida, a manifestação seguiu em passeata para a histórica praça da Cinelândia, onde o ato teve continuidade.

A deputada federal Jandira Feghali, também marcou presença na manifestação e salientou:

– Nessa acumulação de forças temos que nos mobilizar para construirmos atos massivos, para conseguirmos duas macro-reformas: a reforma política, sem o financiamento privado, e com uma série de características do projeto de lei que nos permitirá alcançar uma representação mais legítima do ponto de vista da pluralidade da sociedade brasileira; e a reforma no campo da comunicação, porque sem a mídia estar democratizada vamos continuar vivendo esta parcialidade perversa, fascistóide, anti-democrática, mentirosa que temos vivido até aqui. Portanto, é fundamental que ocupemos as ruas.

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