SERVIDORES ANUNCIAM SUSPENSÃO DE INSCRIÇÕES PARA O SISU NA UFRJ

SERVIDORES ANUNCIAM SUSPENSÃO DE INSCRIÇÕES PARA O SISU NA UFRJ

O comando local de greve do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Sintufrj) deliberou não realizar a inscrição dos estudantes aprovados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) na instituição.. O Ministério da Educação informou que instiuição tem que assegurar direito as inscrições que estão marcadas para os dias 19, 22 e 23 de junho. Foram aprovados, na primeira chamada do SiSU, 3.731 estudantes para a UFRJ.

A decisão foi tomada em assembleia nesta segunda-feira e, de acordo com o Sintufrj segue orientação do comando nacional de greve da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). Segundo o comando local de greve, enquanto o governo não receber o CNG/Fasubra Sindical com uma contraproposta às reivindicações encaminhadas para pôr fim ao movimento de greve, as matrículas para o Sisu continuarão suspensas. A greve nacional dos técnicos-administrativos em educação foi deflagrada no dia 28 de maio. Os trabalhadores da UFRJ pararam no dia 29 de maio.

O comando local de greve informa também que a suspensão das matrículas do SiSU é também em solidariedade aos estudantes em greve por melhoria da assistência estudantil, que garanta a permanência deles na universidade.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) participa ativamente da greve da Fasubra e acredita que não podem ser os trabalhadores e os estudantes que paguem a conta no ajusto fiscal do Ministro Levy. Os cetebistas acreditam que o governo deve negociar com os trabalhadores e procurar uma saída que atenda às demandas da categoria. O dirigente cetebista que milita na Fasubra, João Paulo Ribeiro, afirmou que a Fasubra respeita a decisão dos comandos locais de greve e afirmou a necessidade urgente de negociação por parte do governo com o comando nacional de greve e enfatizou a necessidade da greve dialogar com a sociedade:

“- Nós respeitamos as iniciativas e autonomia das entidades filiadas à Fasubra e acreditamos na necessidade de formas agudas de pressão para quebrar a intransigência do governo e forçar a negociação. A CTB acredita que a greve precisa dialogar com a sociedade e, que, nesse sentido é importante evitar que pessoas sejam prejudicadas e garantir a compreensão e o apoio da sociedade para o movimento grevista”. – afirmou o dirigente cetebista.

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