SINPRO-BAIXADA NA LUTA PELO FORA TEMER E CONTRA OS RETROCESSOS GOLPISTAS

SINPRO-BAIXADA NA LUTA PELO FORA TEMER E CONTRA OS RETROCESSOS GOLPISTAS

O Sindicato dos Professores da Baixada Fluminense (Sinpro – Baixada) é uma das entidades que está firme na luta contra os retrocessos do presidente Michel Temer. Ao lado da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Rio de Janeiro (CTB-RJ), o Sinpro-Baixada esteve presente em todas as lutas recentes dos trabalhadores brasileiros.

Seja na luta contra o golpe, na luta contra as terceirizações, na luta contra as reformas trabalhistas e da previdência, no combate ao projeto escola sem partido, e, mais recentemente, na luta pelas Diretas Já e pelo Fora Temer, os companheiros do Sinpro-Baixada sempre estiveram firmes na luta ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras.

Semana passada, na mobilização para o grande ato do dia 18 que reuniu mais de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras nas ruas contra o governo golpista, o presidente do Sinpro-Baixada, Eduardo Monteiro dos Santos, esteve presente fazendo grande panfletagem na Central do Brasil e participando ativamente da atividade do dia seguinte. O professor Eduardo falou com exclusividade ao Portal CTB-RJ e defendeu a unidade dos trabalhadores para por fim aos retrocessos do governo golpista e derrubar o presidente ilegítimo:

“Estamos aqui, em defesa, não somente da classe trabalhadora da educação, mas sim na defesa de trabalhadores de todos os segmentos porque não podemos aceitar essa covardia, atrocidade, que esse presidente golpista vem fazendo com a classe trabalhadora. Um presidente que não respeita nem mesmo os trabalhadoras da segurança que protege as nossas famílias e também são vítimas dessas atrocidade. Esse golpista vem retrocedendo nas conquistas que Lula e Dilma trouxeram para a classe trabalhadora. Ele quer diminuir o nosso descanso remunerado e as horas de almoço dos trabalhadores. É absurdo retirar a aposentadoria especial de um professor, um policial, um médico. Não podemos nos calar, não podemos admitir que isso continue. Por isso, todos os movimentos sociais, centrais sindicais e organizações que estejam ao lado dos trabalhadores não podem admitir esse ato. Dia 24 estaremos em Brasília para barrar todos esses retrocessos. Fora Temer, não podemos mais aceitar isso.”

 

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