8 de Janeiro: Três Anos da Vitória da Democracia sobre a Barbárie

Hoje, 08 de janeiro de 2025, A CTB relembra os três anos da tentativa de golpe de Estado e celebramos a resiliência das nossas instituições e o triunfo da vontade popular. O Brasil respira com mais alívio ao ver a justiça feita: a prisão de Jair Bolsonaro e dos articuladores daquela trama golpista não é apenas uma punição individual, mas uma resposta histórica necessária.

“Celebramos a vitória sobre este projeto golpista que tramaram contra nossa democracia, mas precisamos lembrar também dos generais presos que estavam envolvidos e isso é um divisor de águas na nossa história. Pela primeira vez, rompe-se o ciclo de impunidade dos altos escalões militares que sempre flertaram com o autoritarismo. Ninguém — absolutamente ninguém — está acima da Constituição”, lembra Paulo Farias, presidente da CTB-RJ.

Apesar das vitórias jurídicas, não podemos baixar a guarda. O Bolsonarismo e o golpismo seguem vivos, infiltrados nas estruturas de poder.

No Congresso Nacional, representantes na Câmara e no Senado tentam distorcer a realidade dos fatos. Nos Estados e Municípios, os gestores alimentam discursos de ódio e antidemocráticos. Sem esquecer de tantas movimentações perigosas que buscam perdoar criminosos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito.

A estratégia deles é clara: reescrever a história para transformar carrascos em vítimas.

2026: A Luta nas Ruas e nas Urnas

Estamos em um ano decisivo de eleições. O desafio que temos pela frente é imenso, pois o extremismo está enraizado em parte significativa da população. Vencer o Bolsonarismo exigirá um duro trabalho de base, conscientização e presença constante nas ruas.

Para garantir a manutenção dos nossos direitos e o avanço das conquistas sociais, é imperativo:

  1. Reeleger o Presidente Lula: Para dar continuidade ao projeto de reconstrução nacional.
  2. Renovar o Legislativo: Eleger deputados e senadores comprometidos com a democracia e com a classe trabalhadora.
  3. Fortalecer os Estados: Eleger governantes e representantes estaduais que não sirvam de palanque para o golpismo.

A democracia não é um estado permanente; é uma construção diária. Neste ano, nossa resposta deve ser firme: Sem anistia! Democracia sempre!

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