CONSELHO ESTADUAL DA CTB-RJ ELEGE DELEGAÇÃO PARA CONSELHO NACIONAL

CONSELHO ESTADUAL DA CTB-RJ ELEGE DELEGAÇÃO PARA CONSELHO NACIONAL

Aconteceu, na última sexta-feira (31), o II Conselho Estadual da CTB-RJ. A atividade foi realizada na sede do Sindicato dos Empregado do Comércio do Rio de Janeiro (SEC-RJ), na Lapa. A mesa de abertura da atividade foi composta pelo presidente nacional da CTB, Adílson Araújo; pela secretária nacional de promoção à igualdade racial da CTB, Mônica Custódio; pelo presidente do SEC-RJ, Márcio Ayer; pelo Vice-Presidente Nacional da CTB, Joílson Cardoso; pelo Presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite e pelo vice-Presidente da CTB-RJ Odilon Braga.

O presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite deu início à atividade com a apresentação da dinâmica do encontro e informes sobre agendas dos movimentos sociais, passando em seguida a palavra para o presidente do SEC-RJ, sindicato anfitrião do encontro, que valorizou bastante o apoio da CTB nas eleições do Sindicato e se colocou disposto a construir o movimento sindical ao lado da CTB:

– A CTB cumpriu um papel fundamental para a vitória dessa diretoria. Nossa gestão será pautada pela transparência e pela retomada da democracia no nosso sindicato e vamos construir junto com a CTB o melhor caminho para o movimento sindical do Rio de Janeiro. Vamos lutar para que esse sindicato, no que tange ao modelo de gestão, seja uma vitrine para o movimento sindical nacional.

Em seguida, a secretária nacional de promoção à igualdade racial, Mônica Custódio, valorizou a importância do Conselho, divulgou a etapa estadual do Encontro de Promoção à Igualdade Racial da CTB (que irá acontecer no próximo dia 5, no Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro) e convocou a militância cetebista à mobilização:

– Esse mês de agosto tem uma agenda grande e precisamos ter condições de sustentar essa agenda do ponto de vista político e de mobilização.

Odilon Braga, Vice-Presidente da CTB-RJ fez sua saudação logo em seguida valorizando bastante o espaço onde acontece o conselho cetebista:

– Nossa presença tem um significado muito importante. É a primeira vez que esse coletivo se apresenta dentro desse sindicato que foi conquistado com muita luta e que agora temos o desafio de fazer uma gestão que marque após os tempos obscuros das gestões anteriores.

Após a saudação da mesa de abertura, uma nova mesa foi composta para dar início aos debates sobre o documento base do conselho. A mesa foi coordenada pelo Secretário Geral da CTB-RJ, Carlos Lima; pela diretora da CTB-RJ Arlene Machado; pelo Secretário de Finanças da CTB-RJ, Mário Porto; pelo Presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite e pelo Presidente Nacional da CTB; Adílson Araújo.

Adílson fez a apresentação da tese com uma avaliação da conjuntura internacional em paralelo com a conjuntura nacional. Segundo Adílson, há um “efeito perverso” da crise internacional que coloca à classe trabalhadora o desafio de “resistir a todo custo”.

– Se em um dado momento o Presidente Lula taxou a crise como uma marolinha, hoje, a crise tem sido um Tsunami. A Presidenta Dilma tem sido refém de um congresso hostil.

O cetebista apontou o caminho para enfrentar a difícil conjuntura, alertando para a necessidade do combate à corrupção sem que isso prejudique os trabalhadores:

– Não há alternativa para a crise que não seja a política. Nós, do Movimento Sindical, somos uma parcela significativa da sociedade e precisamos dialogar com ela. Necessitamos entender e cumprir o papel do movimento sindical nessa situação. Nossa luta é combater a corrupção. Só que uma coisa é o corrupto, outra coisa é a empresa e outra coisa são os trabalhadores que não podem ser prejudicados.

Após a fala de Adilson, foi aberto o período de inscrições e debates para, ao fim deste, o Secretário Geral da CTB-RJ fazer a leitura das emendas que serão enviadas ao Conselho Nacional. Todas as emendas foram aprovadas por consenso.

Em seguida, o Presidente da CTB-RJ, Ronaldo Leite, encaminhou o processo de votação da delegação do Rio de Janeiro ao Conselho Nacional. Por consenso, foram eleitos os 7 delegados e 3 suplentes ao qual o Estado tinha direito de acordo com o regimento do Conselho.

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