CTB RJ se reúne e aprova mobilização total para parar o Rio dia 10.

CTB RJ se reúne e aprova mobilização total para parar o Rio dia 10.

A diretoria plena da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Rio de Janeiro realizou, na última quarta-feira (25), um reunião da sua diretoria plena ampliada para debater o momento político do País e do Estado e as mobilizações classistas para os atos do próximo dia 10 de novembro.

Em 10 de novembro, as centrais sindicais, em conjunto com diversos outros movimentos sociais e populares, preparam um grande dia de lutas, protestos e paralisações para, mais uma vez, enfrentar o governo Temer, sua agenda de privatizações e retirada de direitos.

Os dirigentes reunidos debateram os temas da conjuntura nacional e estadual concluindo que as contradições entre a elite golpista que se une para se manter no poder e atacar os trabalhadores seguem aumentando. Nas palavras do Presidente da CTB Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Farias:

“O governo Temer gastou milhões para engavetar a segunda denúncia contra si. O governo Pezão, apesar de não conseguir apontar soluções estruturantes e que realmente viabilizem saídas para o Estado, impõe aos servidores arrocho salarial e quer privatizara Cedae. São principalmente os pobres que pagam a conta da crise e dos desmandos do Estado. São os trabalhadores que pagam essa conta.  Neste sentido, a direção da CTB RJ orienta suas entidades filiadas e sua base social participem ativamente da organização e mobilização do dia 10 de novembro.”

A orientação da central classista para suas bases é a de construir ativamente as atividades do próximo 10 de novembro. Neste sentido, a paralisação das categorias filiadas à CTB devem se dar dentro desta lógica construída para o dia 10 como uma forma de protesto dos trabalhadores e das trabalhadoras contra as medidas deste governo golpista e a entrega da nossa soberania. A CTB RJ também estimula a construção de outras formas de luta que possibilitem nosso Estado jogar peso nesse dia. A centralidade das lutas estão no combate às reformas, na luta contra às privatizações, e nas bandeiras que pedem o “Fora Temer”, “nenhum direito a menos” e “Diretas já”.

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