CTB-RJ Participa do 29º Grito dos Excluídos e das Excluídas

A Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil – Rio de Janeiro participou, na manhã da última quinta-feira (7), da 29º edição do Grito dos Excluídos e das Excluídas, tradicional manifestação dos movimentos sociais que ocorre todo Dia da Independência em contraste com o desfile militar que sempre acontece na data.

O ato, ano a ano, busca dar protagonismo e voz àqueles e aquelas que não são lembrados nas versões oficiais de uma fábula de independência que esconde as lutas e o protagonismo do povo, das classes populares e trabalhadoras. Esse ano o tema do evento foi “você tem fome de quê, você tem sede de quê?”. Os representantes do sindicalismo classista organizados na CTB-RJ estenderam sua faixa e forma às ruas com fome de democracia e sede de justiça!

“Estamos nas ruas, mais uma vez, junto com outros movimentos sociais e populares, para organizar a luta dos trabalhadores e das trabalhadoras para conquistar mais Democracia, por Saneamento e Moradia para Todos, por um Transporte Público de Qualidade. Estamos nas ruas porque queremos Justiça pra Amarildo, para Mariele e Anderson,  e para todos trabalhadores e filhos de trabalhadores vitimados por uma política de segurança pública que transforma favelas e periferias em campos de guerra! Estamos nas ruas pelo fim dos assédios e violências contra as mulheres, pelo empoderamento feminino, por direitos e protagonismos para as mulheres! Estamos nas ruas contra a LGBTQIAP+fobia e contra todas as formas e opressão que destróem vidas e famílias! Estamos nas ruas pela Vida da População Negra, pelo fim da violência policial e para combater o racismo estrutural de nossa sociedade! A CTB, nesse grito dos excluídos e das excluídas chama a classe trabalhadora à luta, para derrotar todo fascismo e todo conservadorismo e construir um Brasil mais justo, democrático, igualitário e livre de todas as formas de preconceito e opressão!” – disse Katia Branco, vice-presidenta da CTB Rio de Janeiro durante a atividade.

A concentração do evento teve início às 9 da manhã, mas o cortejo só se iniciou após o fim do desfile militar, por volta de 12h. Os trabalhadores e trabalhadoras, junto com coletivos organizados de estudantes e de movimentos populares seguiram em marcha sem incidentes até o Museu do Amanhã, na Praça Mauá. 

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