- 23 de janeiro de 2026
- Publicado por: Marcios Mauricio
- Categorias: Internacional, Notícias CTB Nacional, Notícias CTB-RJ
A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e as entidades parceiras seguem ocupando as ruas em uma jornada incansável contra o imperialismo. Desde o dia 03/01, temos nos posicionado firmemente contra os graves ataques à Venezuela e denunciado a interferência criminosa de Donald Trump e o governo fascista dos EUA. Repudiamos com veemência as agressões terroristas provocadas pelo imperialismo estadunidense: os territórios latino-americanos são soberanos e devem ser respeitados. A manutenção da paz em nosso continente é o critério número um! Tirem as patas da Venezuela!
“Não vivemos uma crise, mas a ascensão do fascismo. A perseguição a imigrantes, a prisão de uma criança de 5 anos e o sequestro de líderes como Maduro remetem ao expansionismo da Alemanha nazista. O governo Trump repete a face cruel de Hitler contra minorias e soberanias. É um ataque à dignidade humana que exige resistência imediata”, pontuou Paulo Farias, presidente da CTB-RJ“, pontuou Paulo Farias, presidente da CTB-RJ.
Janeiro de Resistência:
- 05/01 – Cinelândia: Ocupamos o coração do Rio de Janeiro no primeiro grande ato da CTB-RJ contra a intervenção estrangeira, reafirmando que o destino da América Latina pertence aos seus povos.
- 14/01 – Flores da Resistência: As mulheres da CTB lideraram um grito potente em frente ao Consulado Americano. O ato exigiu a liberdade imediata de Cilia Flores e Nicolás Maduro, sequestrados em uma ação abominável. Flores e punhos erguidos contra o sequestro de lideranças eleitas.
- 22/01 – Ontem, novamente no Consulado: Sob o lema “Trump: tire as patas da Venezuela e da América Latina!”, as ruas do Rio voltaram a ecoar a denúncia contra a tentativa de desestabilização regional.
A Escalada Fascista e o Expansionismo
A CTB denuncia que o mundo assiste a uma perigosa repetição da história. A ideia de invasões e anexações de territórios, hoje estimulada pela retórica de Trump contra a Venezuela, remete diretamente ao período das ações expansionistas da Alemanha sob o regime fascista. O desrespeito às fronteiras e à autodeterminação é a marca registrada do autoritarismo.
Essa face cruel se revela também na escalada contra os imigrantes: o governo Trump chega ao cúmulo de prender crianças de apenas 5 anos, uma violação brutal dos direitos humanos. Assim como Hitler perseguiu judeus, comunistas e ciganos, hoje o projeto imperialista tenta esmagar os povos soberanos e as minorias através do medo e da força militar.
Seguimos em vigília permanente. Pela paz, pela soberania e pelo fim da tirania imperialista!